quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Exercício 2 - Documentário: A origem da linguagem

O filme nos leva a uma incrível "viagem" ao passado, com o intuito de conhecermos as origens da linguagem. É fascinante o fato de conseguirem pesquisas e informações sobre uma época tão antiga: A do homem de Neandertal, aparecido há aproximadamente 300.000 anos.

Nele, é gerada a dúvida: O homem de Neandertal podia falar? Foi o homo sapiens o primeiro a ter o dom da fala? Os pesquisadores coletaram pistas para descobrir essas questões. Tudo indicava que eles teriam essa capacidade, por serem evoluídos e muito semelhantes a nós.

Graças à evolução do pensamento científico, muitas pesquisas puderam ser feitas acerca do assunto, inclusive um crânio de Neandertal foi restaurado e estudado por um cientista, que analisou a posição dos ossos, associando à habilidade da fala. É descoberto que o osso hióide, responsável pela fala, encontrava-se não só nos Neandertais, mas também em fósseis anteriores, o que nos permitiu dar um "salto" gigantesco nessa "viagem" que o filme nos leva, de quase 2 milhões de anos.

Mas para ter a capacidade de falar não é necessário apenas ter órgãos de fonação, mas também saber controlá-los, e ter a habilidade de associar sons a objetos e significados.

Eram criadas ferramentas padronizadas naquela época, e são um sinal importante da comunicação, realizada provavelmente pela linguagem. Afinal, era necessário transmitir o conhecimento um ao outro. Isso também mostra a capacidade criativa que eles possuíam, fazendo criações abstratas com os meios que possuíam.

A linguagem era utilizada para contar histórias, o que foi essencial para se estabelecer uma cultura, um estilo de vida.


Exercício 1 FL - Mapa conceitual



Um ponto na imensidão, é assim que me vejo no espaço. Um pontinho minúsculo rodeado de um universo infinito. Mas talvez esse pontinho venha a ter uma importância maior.
Desde pequena estive ligada às artes, sempre com meus rabiscos pra lá e pra cá. Meus pais viam aquilo e diziam com um sorriso no rosto “você tem futuro, continue desenhando!” e eu continuei. Continuei a rabiscar por aí. Aquela motivação me dava uma alegria inexplicável.
Sou uma pessoa muito sensível e guiada pelas emoções. Gosto do sentimento que me toma ao simplesmente observar uma obra de arte, seja ela uma pintura, desenho, ou o que quer que seja. Vejo obras incríveis que me dão um sentimento de felicidade ou admiração, e me vem à cabeça o pensamento “um dia eu chego lá”.
Apesar de querer ser mais firme, sou muito insegura e indecisa. Não tenho certeza dos meus planos futuros, quero viver a vida hoje para cada dia mais ter certeza do amanhã. Só sei que nunca quero abandonar a arte, e ela sempre fará parte de mim. Assim, vou seguindo em frente com meus rabiscos, e construindo meu futuro, por enquanto tão incerto.